Santa Catarina: Em meio a tragédia, PMs tentam evitar "saques"
Em notícia divulgada nesta quinta-feira, a polícia militar de Itajaí (SC) afirma que vai restringir a circulação de pessoas pelo município durante a noite, ou seja, implantará o "toque de recolher", para evitar saques aos supermercados da cidade.
(Veja em http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u472616.shtml)
Após mais de cem dias de chuva, em meio ao caos que a população vive no estado de Santa Catarina, é lamentável ver a postura do estado: após demonstrar total descaso com a população ao cortar todos os investimentos na área de infraestrutura e prevenção a esse tipo de tragédia, ainda age como repressor as pessoas que buscam comida para sobreviver ao desastre.
Vemos diariamente pelos noticiários que milhares de pessoas estão desabrigadas, perderam tudo o que tinham e dependem da solidariedade das pessoas de outras cidades ou estados. Muitas dessas pessoas nem sabem ao certo o destino de seus familiares.
Mesmo com a situação bárbara que a população vive, que lembra até mesmo a passagem do furacão Katrina por New Orleans, a polícia presta o papel de órgão repressor e defende a propriedade privada dos grandes empresários e não as necessidades básicas de alimentos e água da sofrida população. Seria essa mais uma face da crise mundial?
(Veja em http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u472616.shtml)
Após mais de cem dias de chuva, em meio ao caos que a população vive no estado de Santa Catarina, é lamentável ver a postura do estado: após demonstrar total descaso com a população ao cortar todos os investimentos na área de infraestrutura e prevenção a esse tipo de tragédia, ainda age como repressor as pessoas que buscam comida para sobreviver ao desastre.
Vemos diariamente pelos noticiários que milhares de pessoas estão desabrigadas, perderam tudo o que tinham e dependem da solidariedade das pessoas de outras cidades ou estados. Muitas dessas pessoas nem sabem ao certo o destino de seus familiares.
Mesmo com a situação bárbara que a população vive, que lembra até mesmo a passagem do furacão Katrina por New Orleans, a polícia presta o papel de órgão repressor e defende a propriedade privada dos grandes empresários e não as necessidades básicas de alimentos e água da sofrida população. Seria essa mais uma face da crise mundial?

